Dispareunia, você sabe o que é isso?

12 novembro, 2009 por Equipe de redação

DISPAREUNIA é o nome cientifico dado a dor sofrida durante as relações sexuais e pode ocorrer tanto em homens quanto em mulheres, sendo mais comum entre elas. Quase 5% da população feminina sexualmente ativa no Brasil sente ou já sentiu dor durante o ato sexual.

A principal característica da dispareunia é a dor genital associada ao intercurso sexual. Isso quer dizer que depende de como você transa. Ela pode variar de intensidade, indo desde um leve desconforto até uma dor aguda.

Basicamente, a dispareunia tem dois tipos de causas: as físicas e as psicológicas. Uma mulher pode sentir dor simplesmente porque está ansiosa ou por ter medo de engravidar.

A causa mais comum é justamente a dor que aparece nas primeiras relações sexuais pela natural ausência de adequação física do casal. Em 95% dos casos, ela desaparece após as primeiras transas.

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Meu pênis tem um tamanho normal?

10 novembro, 2009 por Claudio Nasajon

 Muitos adolescentes se questionam se o tamanho de seu pênis está adequado às medidas “normais”.  Na verdade, não existe uma definição de “pênis normal” que seja aceita de forma unânime.

Em geral, um pênis é considerado “pequeno” quando é menor que 4cm flácido ou 7cm ereto, embora haja pessoas que se aproximem desses valores com boa ereção e sem queixas no seu relacionamento sexual.

O que ocorre é que há tantas variações de tamanhos (flácido/ereto),  formatos (reto/curvo) e diâmetros (fino/grosso) que é difícil querer comparar o seu membro com o de um amigo sem achar algum ponto favorável ou desfavorável nessa comparação.

De acordo com o Dr. Claudio Luiz Martins Lima, pênis “normal” é aquele que tiver entre 5 e 10cm de comprimento, quando flácido, do ponto em que ele se encontra com o corpo até a extremidade da glande (cabeça).

Já de acordo com Masters e Johnson (1996), o pênis “normal” mede, quando ereto, de 12 a 18cm. Tome cuidado porque em pessoas gordas, por exemplo, o pênis pode parecer menor do que é em função da gordura que se forma sobre a base. Para se ter o tamanho, é preciso medi-lo a partir desta base, apertando-a até atingir o osso.

Infelizmente, muitos adolescentes costumam comparar seus membros com o de outros rapazes, como se o tamanho do pênis estivesse vínculo com a sua masculinidade (não está), o que gera ansiedade e dúvidas desnecessárias.

Quem acha que tem o pênis demasiadamente pequeno, ou excessivamente grande (mais de 20cm também é ruim porque machuca as meninas, embora costume gerar menos preocupação), deve procurar um médico urologista para realizar um exame e resolver as suas dúvidas de uma vez por todas.

Por outro lado, se o bilau tiver mais do que 4cm flácido, e menos de 20cm quando duro, esqueça o assunto e seja bem-vindo à raça humana, onde cada um tem as suas características próprias, diferentes das dos demais, mas perfeitamente funcionais.

Podem ter certeza que as meninas apreciam muito mais quem SABE USAR do que QUANTO MEDE.  Sejam carinhosos, aponte na hora certa e viva feliz!

 Um abraço, Claudio Nasajon.

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Masturbação faz mal?

9 novembro, 2009 por Equipe de redação

A masturbação é um comportamento absolutamente normal. O que acontece é que em função de algumas crenças, mitos e preconceitos, ela normalmente é fonte de culpa. Por isso é tão importante que os pais ofereçam a privacidade necessária aos filhos, evitando que suas próprias vergonhas e repressões afetem suas vidas sexuais.

A masturbação serve como preparação para se obter a realização sexual. Muitas pessoas acreditam que o número de orgasmos, no longo prazo, é diminuído se a pessoa desperdiça com a automanipulação. Isso não é verdade, absolutamente. MASTURBAÇÃO É SAUDÁVEL, NATURAL E NÃO GASTA. Pelo contrário, é uma importante forma de autoconhecimento.

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Mitos, Sexualidade, Adolescência e Sociedade

6 novembro, 2009 por Equipe de redação

A nossa sociedade ainda é muito repressora ao falar de sexo. Existe uma falsa liberdade e muita hipocrisia reinante: sexo é sempre caricaturizado perdendo-se muita qualidade com tal postura. Percebe-se em todos os indivíduos o reflexo deste recalque. Um exemplo clássico, um tanto antigo e, ao mesmo tempo, cada vez mais atual, é o da gravidez na adolescência. Apesar da quantidade de informação veiculada ainda persiste como assunto de extrema importância social e receio entre os adolescentes.

Acontece que as adolescentes ainda usam mal a tabelinha, pouca informação prática é oferecida – isso quando a correta informação atinge o universo deles e muitas garotas tomam pílula somente nos dias em que mantém relação sexual, colocam um absorvente com vinagre antes do coito, numa tentativa de anticoncepção, ou ainda acreditam que na primeira relação sexual não se engravida [1]. Tudo isso, claro, não funciona e acaba gerando muita insegurança. Os meninos, por sua vez, ainda assumem a postura machista de deixar a anticoncepção por conta delas, como se a eles só coubessem a penetração e a elas, passíveis em todo o ato, tivessem que tomar conta de todo o resto.

Um método anticoncepcional cuja utilização tem crescido entre as meninas é a pílula. Mas vale lembrar que aquela que serve para uma amiga não serve para todas as outras. Cada uma tem um organismo que reage de forma diferente. Porém, elas relatam grande desconforto com a possibilidade dos pais descobrirem a cartela denunciando uma vida sexual ativa. Sabe-se da necessidade de se cuidar, mas o ter que “fazer escondido” gera angústia e falta de autonomia.

Já com os meninos, o medo é de broxar. Ficam imaginando o que aconteceria com a reputação deles se não “dessem conta” do recado. Por isso, muitos estão tomando Viagra, medicamento desenvolvido pela Pfizer usado para tratar impotência masculina, como uma medida paliativa – e irresponsável – contra a disfunção erétil. Além disso, o temor do tamanho do pênis já é algo que acompanha os meninos nessa idade.

Uma coisa é certa: todos estão no “mesmo barco” com as mesmas angústias e temores. Compartilham as informações e as dúvidas com os amigos que sabem tanto quanto eles próprios. E nessa roda de “troca” de conhecimentos, viciam as mesmas questões e acabam cristalizando erros por falta de informação.

Tal quadro é alarmante. Hoje pais e educadores parecem se preocupar mais. Por outro lado, a rapidez da vida atual não deixa tempo para que seja entendido de quem é afinal a responsabilidade de tal assunto: da escola ou da família. Mas será que ao se tratar de sexualidade há como fazer uma educação fragmentada, pela escola OU pela família?

A melhor educação é aquela que fixa limites: os indivíduos em desenvolvimento precisam para que possam assumir responsabilidades e os pais necessitam de limites no papel de educadores já que não podem determinar a vida dos filhos para sempre. À escola cabe punir o aluno contra a transgressão da lei além da obrigação de protegê-los. Pela falta de procedimentos educativos sexuais, as deformações dos pensamentos circulam livremente. A ausência da institucionalização da educação sexual alimenta e autoriza opiniões e conceitos distorcidos sobre as questões sexuais.

Vale se questionar: ‘De onde tiramos tanta crença que só faz empobrecer e dificultar o sexo?’ Estas mensagens entram com facilidade em nossas mentes, porque temos uma insegurança básica sobre sexo e anseio por qualquer informação sexual.
Por ser um dos mais essenciais exercícios do instinto humano, o sexo tem sido causa de numerosos desacertos e mitos, pois nossa sociedade ainda é preconceituosa e ignorante em relação à sexualidade.

Os mitos são instituídos com a função de divulgar a expressão social, e são perpetrados através das gerações. Dificultam o acesso a uma vida sexual saudável e sem angústias, levando inadequações e disfunções sexuais. Eles desenvolvem-se no ambiente dos temores e proibições que induzem ao sofrimento dispensável. Esse ambiente propicia o surgimento de novos mitos, reveladores de receios e inseguranças pessoais, não permitindo a satisfação plena. Um excelente remédio contra esse mal-estar, não só para os adolescentes, mas para todas as pessoas em geral é a informação e sinceridade para poder lidar com tais crenças e (re) conquistar a habilidade de realização.

[1] A gravidez pode ocorrer sempre que a mulher estiver no período fértil e tiver contato com o esperma do homem (que sai inclusive, mesmo que em pequenas quantidades, antes da ejaculação) no canal vaginal. Assim, se o menino ejacular fora, com famoso coito interrompido, mas o esperma escorrer para a vagina, a menina corre o risco de engravidar.

Autora: Ana Paula Veiga
Psicóloga e sexóloga

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Virgindade masculina, um tabu a ser derrubado

4 novembro, 2009 por Equipe de redação

A iniciação sexual é um momento difícil tanto para os meninos quanto para as meninas, e é um tabu para ambos. A partir da adolescência, ou mesmo no final da puberdade, a virgindade é vista como uma “doença” que deve ser eliminada. É motivo de gozação, de discriminação e até homossexualismo, pois quem não transa tem problemas sérios de cabeça ou é doente mesmo.

O único problema que um menino pode apresentar nesta fase de desenvolvimento é imaturidade emocional e isso não é nem doença, nem homossexualidade, é o esperado para sua idade.

Antes mesmo da primeira relação sexual, sexo, transa, masturbação, tamanho do pênis, revistas e filmes eróticos são os assuntos preferidos pelos grupos de meninos, e é nesse momento que um ou outro integrante do grupo pode se sentir acuado pela inexperiência e viabilizar sua iniciação de qualquer jeito, sem qualquer condição emocional para isso.

A maioria dos meninos inicia sua vida sexual forçado pela família, que vive perguntando se ele já transou, ou pelo grupo a que pertence. Instruído por filmes pornográficos, grande professor da gurizada, o menino inicia sua empreitada com fé e coragem para repetir com as meninas o que faz no banheiro quase todos os dias com a revista erótica na mão.

Este início é difícil para todos, mas poucos admitem que sentem medo, muito medo de falhar. Falhar para um menino é não ter ereção, pois não existe neste momento qualquer preocupação com a parceira e sim se seu pênis vai corresponder a sua expectativa ou não. Não que a parceira não seja importante, mas é tão difícil este começo que não dá para se preocupar com tudo, ou seja, cada um com seus problemas…

Penetrar e ejacular numa vagina de verdade é que faz toda a diferença e, neste momento, o que está em jogo é se o menino vai conseguir ou não.

Se a empreitada foi um sucesso, a experiência foi ótima independente do outro e de ter quase morrido de angústia e tensão, de se sentir desajeitado e meio estranho, mas, se a experiência não deu certo, o menino está jogado a sua própria sorte e aí a coisa se complica.

Para a maioria dos jovens o início sexual é muito ruim. Não sentir prazer para as meninas e não ejacular para os meninos é o que mais perturba o iniciante e o que mais acontece. A menina ainda pode fingir que foi legal para não perder o amigo ou namoradinho da vez, mas o menino não tem como enganar.

Como o menino transa para se auto-afirmar e não para dar prazer à namorada, o que mais o preocupa nem é tanto o fato de seu pênis ter falhado na hora H, o que ele pode até entender, é os outros ficarem sabendo e ele virar motivo de chacota dos amigos, da mocinha insatisfeita e de suas amigas.

O que acabamos percebendo é que adolescentes imaturos e sem apoio da família têm muito mais chance de se precipitarem quanto à iniciação sexual do que aqueles que se sentem à vontade para discutir o assunto com seus pais e planejar a sua primeira transa. E isso não quer dizer que os pais legais são aqueles que deixam os filhos adolescentes transarem dentro de casa e tudo bem, pois esses pais não são legais, eles só deixam os filhos transarem dentro de casa.

Pais legais são os que dão abertura para os filhos esporem suas opiniões e tirarem suas dúvidas, o que vai garantir uma iniciação mais ponderada e compatível com sua maturidade emocional.

Sexo é muito bom, mas feito de qualquer jeito e a qualquer preço NÃO VALE. Por isso, é importante que os adolescentes conheçam bem as alternativas para ter sucesso em sua iniciação sexual. Quando consciente e planejada, a primeira transa pode ser bem sucedida, não gerando traumas futuros. O livro Saindo da Casca do Ovo vem, neste sentido, para ajudar aos jovens a escolherem como e quando iniciar suas vidas sexuais.

Fonte: Site Universo da Mulher
Autora: Silvana Martani

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Sexo X Conteúdo

3 novembro, 2009 por Equipe de redação

A moda do “ficar” e dos relacionamentos superficiais, ao contrário do que se imagina, não é a melhor opção para a satisfação do ser humano.

Trata-se de uma frustração aprendida a “duras penas” e com muito sofrimento.

Muitos autores afirmam que começar o relacionamento pelo sexo, é começar pela porta errada.

A porta certa de uma relação que tenciona ser consistente e benéfica, teria que começar pela porta da amizade, da conversa, do conhecer-se melhor e o sexo seria sua última etapa.

Olhando dessa maneira e encarando nosso século atual, isso parece piegas e, é claro, totalmente ultrapassado. Seria, então, a forma mais moderna que vivemos: pouco conhecimento do outro e rápida entrada pela porta do sexo, a melhor e mais prazerosa forma de relacionamento? Seria esse o formato mais adequado e melhor para todos? Pois, parece que não.

Começa-se pelo sexo e depois de rápido entrosamento e pouco convívio, entra-se na chamada relação a dois, com a tentativa de, aí sim, conhecer o conteúdo desse parceiro que já se conhece sexualmente.

E ….surpresa: começa a descoberta da personalidade do outro, das esquisitices do outro e da dura convivência que nem sequer se poderia supor. Etapa difícil essa, onde com o passar do tempo, esse parceiro que só trazia prazer, passa a trazer desprazer. Desprazer no confronto de opiniões, nos gostos, nos desejos, etc..etc…

Rapidamente termina-se a relação, pois há o despreparo e a falta de persistência para o aprofundamento nessa relação. Como há inúmeras “portas abertas” a serem visitadas e com tanta facilidade no encontro delas, não há lugar para a persistência do reencontro, que se torna obsoleto e indesejável.

Passa-se então ao próximo relacionamento, onde a repetição é constante e onde o término é inevitável e novamente outro relacionamento e assim por diante.

Frustrações acumuladas onde o deslumbramento do início da relação acaba, onde o prazer do sexo, que antes encobria as características do parceiro, agora se mistura às diferentes facetas de caráter. Começa a difícil tarefa do aprendizado do conteúdo. Começa o confronto da realidade.

Infelizmente, esse século caracterizado pela pressa, embrenhou-se também dos relacionamentos onde as pessoas, capturadas pela rede do fácil, do sem compromisso e do descartável, encontram-se de repente, surpresas ao descobrir tão cedo, a frustração, a mágoa, o sentimento da rejeição e muitas vezes a sensação de ter sido explorado e usado.

São pessoas que, na sua maioria por serem extremamente jovens e despreparadas emocionalmente, saem desses relacionamentos machucados, sofridos e levando para os próximos parceiros temores, desacertos, e obstáculos tremendos na relação que deveria ser leve e desarmada.

São jovens que chegam aos 30 anos, já profundamente incapazes de se relacionarem novamente de uma maneira mais sincera e comprometida; apesar de quererem. E como querem!

Incapazes de acreditarem no outro, já vencidos pelas inúmeras vezes que percorreram sempre o mesmo caminho do desencontro, têm sua habilidade de relacionamento podada pela dificuldade de lidar com o difícil e o permanente (e não mais com o fácil e o descartável.)

Vítimas da pressa, atropelam-se na única realidade que de fato, irá “segurar” a relação de duas pessoas: o conteúdo.

Desconhecem que o sexo é importante parcela dentro do relacionamento mas não a única.

Jovens, vítimas do novo formato desse século. Século tão avançado em tantas descobertas e tão algoz e destruidor no que de mais precioso existe que é o relacionamento humano.

Temos jovens despreparados quanto à realidade.

Por mais difícil que seja recompor esse formato e ajudar na estruturação e construção dessa realidade de conteúdo, é preciso fazê-lo.

Fonte: texto extraído do blog “Artigos de Psicologia”
Autora: Marilena Teixeira

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Sexualidade na adolescência

29 outubro, 2009 por Equipe de redação

A sexualidade nos acompanha desde a infância e sofre modificações ao longo de toda a nossa vida. Durante a adolescência a sexualidade se modifica, apresentando características únicas, diferentemente de todas as outras fases da vida. É na adolescência que surge o primeiro amor, que se intensifica o conhecimento do próprio corpo e do corpo do outro, é quando as experiências se multiplicam. Apesar de estar relacionada a fatores muito positivos para o desenvolvimento psicológico do adolescente, a sexualidade nesta fase não está livre de perigos.

Hoje, obtêm-se facilmente informações sobre os mais diversos assuntos, ao contrário do tabu que existia há algumas décadas. Atualmente, não é difícil encontrar formas de obter conhecimentos sobre esta temática, nomeadamente sobre os riscos que acarretam o sexo não protegido. O fato de terem muita facilidade em obter informações, não garante que as suas escolhas sejam as mais adequadas. Muitos adolescentes iniciam sua vida sexual demasiadamente cedo, não utilizam preservativos, contraem doenças e engravidam.

A idade cada vez mais precoce das primeiras experiências sexuais, associada à idade cada vez mais tardia do primeiro relacionamento longo e estável, alargou o período de relações sexuais instáveis e aumentou a proliferação das DSTs (Doenças Sexualmente Transmissíveis). As DSTs são cada vez mais diversificadas e graves, constituindo uma ameaça não só à fertilidade, como também à própria vida. Os adolescentes são um alvo preferencial, dada a sua vulnerabilidade biológica e psíquica.

Do ponto de vista biológico destaca-se a fragilidade do tecido do colo do útero, que o torna mais permeável a infecções, se comparado com um útero mais maduro. A vulnerabilidade psíquica traduz-se na procura da identidade sexual própria desta faixa etária, com tendência para a experimentação e multiplicidade de parceiros.

A gravidez na adolescência permanece uma realidade difícil de se combater, o que implica, muitas vezes, em consequências negativas para a mãe e para o bebê. Para uma adolescente, uma gravidez indesejada pode significar a interrupção de muitos projetos. Para a criança está, habitualmente, reservado um ambiente pouco estimulante, possíveis condições de saúde deficitárias, problemas de comportamento e a probabilidade de ser também, no futuro, uma mãe adolescente.

A aprendizagem sobre a escolha de uma sexualidade saudável requer uma intervenção eficaz. O livro Saindo da Casca do Ovo vem, neste sentido, para informar e esclarecer os meninos sobre as possibilidades para a sua iniciação sexual, mostrando as vantagens e desvantagens de cada alternativa. Cabe aos pais criar um diálogo aberto e maduro com seus filhos, para que eles possam tomar decisões conscientes e seguras.

Fonte: texto extraído do blog “Clube dos Pais”.
Autora: Sônia Pereira

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Lançamento reúne amigos e parceiros no Palácio do Catete

28 outubro, 2009 por Equipe de redação

O lançamento oficial do livro Saindo da Casca do Ovo reuniu amigos e parceiros, ontem, dia 27 de outubro, na Livraria Museu da República, no Palácio do Catete. A noite começou com muitos autógrafos e fotos. Após, os autores, Claudio Nasajon e Cesar Salim, fizeram uma apresentação do trabalho e falaram sobre como foi escrever um livro voltado para adolescentes.

“Escrever o Saíndo da Casca do Ovo foi muito divertido. Fizemos reuniões semanais, onde discutimos cada detalhe do assunto. Foram cerca de 200 entrevistas. Todas as histórias são reais. No final, tivemos a revisão de adolescentes que ponderaram sobre cada tema e sobre a linguagem do texto”, contou Claudio. “Analisamos cada palavra, cada personagem, para que o livro tivesse uma linguagem própria para nosso público, os adolescentes”, completou Cesar.

Os ouvintes participaram com perguntas. O assunto mais questionado foi sobre como dois professores de planejamento de negócios, e empresários, fizeram um livro sobre um tema tão diferente de suas rotinas. “O planejamento é fundamental em todas as instâncias de nossas vidas, então, porque não aplicá-lo também à iniciação sexual, um evento único e inesquecível na vida de uma pessoa?”, explicou Cesar.

O psicanalista Alberto Goldin, que assina o prefácio do livro, falou sobre sexo, desejo e sexualidade, colocando que o assunto atravessa séculos e, mesmo assim, ainda hoje é novidade. “A única coisa real e eternamente nova é a descoberta que cada ser humano fará da sua própria sexualidade na hora em que esta começar a dar sinais. No universal não há nada de novo, mas, no particular, o sexo é uma descoberta constante, inédita e surpreendente”, explicou o psicanalista.

Cesar Salim e Claudio Nasajon no coquetel que marcou o lançamento do livro "Saindo da Casca do Ovo"

Cesar Salim e Claudio Nasajon no coquetel que marcou o lançamento do livro "Saindo da Casca do Ovo"

Os convidados fizeram filas para autografarem seus livros

A noite de autógrafos reuniu amigos e parceiros na Livraria do Museu

Os convidados deixaram seus depoimentos sobre o assunto

A psicóloga Sheila Sauberman, que participou do livro, fala sobre iniciação sexual. O video com os depoimentos dos convidados será postado em breve. Aguardem!

O psicanalista Alberto Goldin falaou sobre sexo, sexualidade e desejo

O psicanalista Alberto Goldin falou sobre sexo, sexualidade e desejo

Os autores receberam o diretor da editora Quartet, Glaucio

Os autores receberam o diretor da editora Quartet, Glaucio

Claudio Nasajon e Carlos Matos

Claudio Nasajon e Carlos Matos

Veja mais fotos aqui

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Benício Del Toro diz que perdeu a virgindade aos 13 anos

27 outubro, 2009 por Equipe de redação

O ator porto-riquenho Benício Del Toro, premiado este ano pela interpretação do revolucionário comunista Ernesto Guevara, nos filmes Che, partes um e dois, declarou que perdeu a virgindade aos 13 anos de idade, de acordo com o “Crazy Days and Nights”.

Ele afirmou ainda que pensava muito em sexo e já esperava pela “primeira vez” desde pequeno, quando estudava em uma escola em Porto Rico. “Não quero dizer que eu era um conquistador ou coisa assim – ninguém é, nessa idade. Mas depois acabei tendo uma namorada durante o período escolar”, declarou.

Além disso, durante a entrevista à revista “Playboy”, Del Toro contou como foi o momento que se tornou “homem”: “Foi uma situação muito nervosa. Foi numa casa com alguém que eu conhecia pouco. Ela era um pouco mais velha, e já tinha feito isso antes”, descreveu o ator. “Eu não estava exatamente relaxado, mas foi bom. Eu queria que acontecesse”.

Se o ator tivesse lido Saindo da Casca do Ovo teria tido muito mais segurança e informações para sua primeira vez.

Conte-nos sua experiência ou dúvida sobre o assunto.

Fonte: MSN Entretenimento
http://entretenimento.br.msn.com/famosidades/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=22393132

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Como tudo começou…

25 outubro, 2009 por Claudio Nasajon

Decidimos escrever Saindo da Casca do Ovo para mostrar ao adolescente como aplicar os conceitos de planejamento para facilitar a escolha do melhor caminho para iniciar sua vida sexual.

A inspiração começou durante uma prédica do rabino Sérgio Margulies, na Associação Religiosa Israelita, quando instruía o jovem Henrique, sobrinho de César, na ocasião do seu aniversário de 13 anos, época em que os judeus celebram a maioridade religiosa.

Naquela ocasião percebemos o quanto as angústias estão presentes em nossa sociedade há milhares de anos, sem que tenhamos conseguido avanços significativos para reduzi-las.

A experiência de Margulies como líder religioso, que lhe proporcionou a oportunidade de conhecer profundamente a realidade dos jovens adolescentes, deu início a uma série de conversas que nos deram a fundamentação que serviu de semente para o livro.

Mas como escrever para que o jovem achasse interessante?

A solução que encontramos foi contar a história de um grupo de rapazes de uma escola de futebol, dirigidos pelo fascinante Pepe, cujos protagonistas passaram por diversas situações que representam opções da vida real: prostitutas, namoradas e até alguns que decidiram preserva-se para esperar a “mulher de sua vida”.

Não fizemos concessões! Abordamos todas as questões que nos pareciam relevantes, incluindo a masturbação, o sexo virtual e o homossexualismo.

Todas as situações foram baseadas em fatos: depoimentos de jovens, relatos de experiências e casos reais, ou seja, vivências de pessoas de carne e osso, que nós organizamos e colocamos no coração e nas palavras de nossos personagens.

Saindo da Casca do Ovo é o resultado de inúmeras entrevistas, pesquisas, reuniões e um esforço extra para escrever sobre assuntos técnicos de uma maneira que os jovens pudessem ler com satisfação.

E como sempre existirão assuntos a serem esclarecidos e explicados sobre sexo e sexualidade, criamos este espaço onde, além de tirar dúvidas, discutiremos sobre questões relevantes ao planejamento da iniciação sexual. Faremos do blog Saindo da Casca do Ovo um canal de informação confiável, voltado para os adolescentes e para os pais que buscam a melhor forma de conduzir a educação sexual de seus filhos.

Para celebrar a publicação de Saindo da Casca do Ovo, convidamos a todos para o lançamento que acontecerá, terça-feira, dia 27 de outubro, às 18h30, na Livraria do Museu da República, no Palácio do Catete. Até lá!

 

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